terça-feira, 23 de julho de 2013

Efeito dominó: Dilema do concurso público e imposto criado pela atual administração derruba vendas no comércio local.

O Comércio vitorinense sente os efeitos da decisão judicial que obrigou a administração municipal a dar posse aos aprovados no concurso realizado em 2012, no final da administração anterior. O abacaxi caiu no colo do atual prefeito, que teve sua imagem bastante arranhada quando os aprovados no certame foram às ruas protestar pelo direito de assumir as vagas disponíveis no funcionalismo público municipal, o atual gestor sempre se declarou contrário ao concurso e propôs um seletivo, que chegou inclusive a ser realizado para preenchimento das vagas oferecidas anteriormente. Após a justiça ter reconhecido o direito dos aprovados no concurso, o seletivo foi deixado de lado e, contra sua vontade, a administração convocou apenas um terço dos aprovados no certame. Para empossar aos concursados, o governo municipal teve que demitir os irregularmente vinculados à administração, que somam centenas de apadrinhados, cabos eleitorais, figurões, etc.

O problema em questão é que as vagas deixadas pelos demitidos deveriam ser ocupadas pelos aprovados no concurso, entretanto, até agora só alguns aprovados foram convocados para tomar posse e centenas de postos de trabalho, fundamentais para o funcionamento e desenvolvimento do município, encontram-se ainda vagos. Escolas municipais, desde o início do ano letivo, sofrem com a falta de professores, zeladores, vigias, auxiliares administrativos e demais profissionais necessários para o pleno funcionamento, mas não é só na área da educação, faltam profissionais em todas as áreas. Os funcionários públicos são fundamentais para a máquina administrativa, mas são imprescindíveis também para a manutenção do comércio local. A situação tem se agravado ainda mais porque muitos dos que foram mantidos no serviço público, tiveram seus salários atrasados por meses.

O momento é de cautela para os comerciantes, além do exposto acima, outra decisão da administração tem contribuído para a queda na avaliação do atual governo, trate-se da cobrança de imposto que, mesmo sendo justo, desde que aplicados em benfeitorias à população, tem deixado muita gente insatisfeita. Fiscais estão nas ruas cadastrando qualquer tido de comércio, até vendedor de geladim tem que ter alvará para comercializar seu produto, ou seja, em um momento difícil para o comércio, causado diretamente pela própria administração, esta ainda exige altas taxas para o funcionamento do comércio.

Um comentário:

  1. Resumindo meu acor amigo, Vitorino Freire estará com no minimo mais 8 anos no atraso, pois do jeito que as coisas estão tomando fluxos nada positivos o atual gestor está entregando de mãos beijadas a cidade para o outro grupo político, que como já é de conhecimento de todo Vitorinense de nada fará também, não que eu esteja defendendo a atual gestão, mas o passado fala por si só, é triste o presente e futuro próximo da nossa amada cidade.

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