sábado, 23 de julho de 2011

Bom trabalho

A polícia está de parabéns, deu uma resposta à altura à sociedade e desestimulou os que porventura pretendiam se aventurar pelo mesmo caminho. Mais de cinquenta policiais estiveram envolvidos na operação de busca desde o assalto. Vitorino nunca viu tamanha mobilização policial. Dois helicópteros vasculhando a região dia e noite, dezenas de viaturas por terra e barreiras nas cidades vizinhas para impedir a fuga.

Feito o cerco, era questão de tempo para a captura. E foi o que aconteceu nesta sexta à noite, a polícia encontrou o grupo escondido numa fazenda localizada entre os municípios de Paulo Ramos e Lago da Pedra, alugada dias antes do assalto. Com os presos os policiais recuperaram cerca de 70 mil reais, valor pequeno se comparado ao que foi divulgado de forma não oficial; fala-se num total que pode chegar a 3 milhões.

Os três presos e os dois mortos foram levados no final da manhã deste sábado para São Luís, onde ficarão presos aguardando julgamento e os mortos no IML para a perícia e os demais trâmites legais. Os capturados são originários de São Paulo, Goiás, Pará, Vitorino e  Paulo Ramos. A procura ao restante do grupo continua. 

Polícia conseguiu capturar os assaltantes do BB de Vitorino

Por volta das 21h desta sexta-feira os policiais chegaram à sede do município com a informação que tinha chegado ao fim a busca aos assaltantes que estavam foragidos. As informações não são precisas quanto a quantidade de elementos envolvidos. Tudo indica que um ou mais conseguiram fugir. Durante a ação três se renderam e foram presos, dois resolveram tentar a sorte e foram mortos. Apenas um morava em Vitorino. Segundo informações, eles estavam escondidos em uma fazenda próximo a Lago da Pedra. 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Consequências de mais um assalto

Deixo claro que não sou adepto de teorias conspiratórias, nem é minha intenção fazer qualquer tipo de apologia ao crime ou coisa que o valha. Apenas relato aqui as impressões que pude perceber nas ruas, algumas opiniões e comentários vindos da população no tocante a mais um assalto a banco em Vitorino Freire. Não pretendo atribuir responsabilidades e nem apontar culpados, pois qualquer cidade está sujeita e pode ser alvo de assaltantes.

O último assalto à principal agência bancária da cidade pôs em xeque a nossa segurança pública e trouxe consigo uma série de reflexões e indagações interessantes por parte da população. Tem-se a impressão que o povo estava esperando um fato marcante para desabafar seu descontentamento em relação à política de segurança pública adotada para município. 

Se nas vezes anteriores o povo tomava as dores do banco e dos “pobres policiais indefesos” ou pensava que a cidade ficaria sem dinheiro por causa da limpeza dos cofres; dessa vez se percebe o inverso. É possível ouvir frases como: “o banco tem seguro, não vai perder nada”; “o dinheiro é da nação”; “melhor roubar o banco que minha casa”, “ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão” (referencia às altas taxas cobradas pelos bancos e os péssimos serviços prestados).

Essa mudança de comportamento se deu por vários motivos, o principal deles é o descontentamento em relação à polícia, que há muito tem sido alvo constante de críticas da população. Muita gente que tem se sentido humilhada pela truculência policial, está se sentindo vingada pelo susto que os assaltantes causaram nos pê-emes.

O fato é que a frequência com que o banco tem sido assaltado mostra a fragilidade da polícia em relação aos criminosos “de verdade” e o autoritarismo com que trata o cidadão comum. Esse é o motivo do descontentamento popular, que eu acho justo, pois uma coisa é um policial parar um cidadão suspeito que não represente nenhuma ameaça, outra coisa é encarar um assaltante armado. É óbvio que isso não acontece só em Vitorino.

Policiais com péssima formação, salários baixos, equipamentos ultrapassados e nenhum acompanhamento ou preparo psicológico para lidar com as situações tensas inerentes à atividade policial. Enquanto não forem feitos investimentos em segurança pública e os políticos continuarem fazendo o jogo de empurra, continuaremos vítimas dos criminosos e da própria polícia. 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ainda sobre o assalto de ontem

A caça aos assaltantes continua. Uma hora depois do assalto, o helicóptero da polícia deu o ar da graça na cidade e logo saiu em diligência. Depois de tudo mais calmo, a vida voltando ao normal durante a tarde. Quando achávamos que a polícia já tinha desistido da perseguição, eis que a aeronave surge novamente já ao anoitecer, provavelmente voltando das buscas.

Hoje acordamos ao som de helicópteros cortando nosso céu em busca dos assaltantes. Acredito que as possibilidades de obterem êxito hoje, são bem menores; mas pelo menos a polícia está mostrando algum "interesse". Acredito que daria mais resultado se o estado investisse mais na inteligência do que na truculência de nossas polícias, pois está virando rotina assaltos a banco em nossa cidade.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Assalto a banco em Vitorino

 Imagens feitas após assalto à agência  do Banco do Brasil de Vitorino ocorrido hoje por volta              das 10h. Durante a confusão, meliantes aproveitaram para assaltar a loja ÁudioLar que fica próximo ao banco.
Alguns veículos de comunicação estão divulgando que um segurança havia sido paleado e morto. Não é verdade. Não houve nenhuma vítima fatal, o segurança sofreu apenas um pequeno corte com estilhaços dos vidros estourados pelos assaltantes.

Ainda não foi divulgado quanto a quadrilha levou, eram entre 5 e 7 homens fortemente armados. Na fuga levaram como refém o gerente da agência e mais duas pessoas.

Os reféns foram liberados poucos quilômetros do local, na estrada que liga Vitorino ao município de Paulo Ramos.




terça-feira, 19 de julho de 2011

Vitorino de luto

 Da alegria à tristeza. A semana que passou terminou com festa (vaquejada) e a semana que teve início, começou com tristeza. Duas mortes trágicas. No sábado o jovem Rodolfo, muito conhecido na cidade, que estava em Vitorino a passeio visitando a família, se envolveu em um grave acidente de trânsito, transferido imediatamente para o hospital de Dom Pedro, não resistiu e veio a óbito, segundo relatos, na madrugada de domingo para segunda. Ainda na segunda-feira, enquanto Rodolfo estava sendo velado, circulou a notícia de que o senhor Heracilio havia sido encontrado morto dentro de casa.

Nossas sinceras condolências, e esperamos que Deus possa confortar as famílias enlutadas que perderam seus entes queridos tão precocemente e de forma lamentável.

domingo, 17 de julho de 2011

Seleção brasileira: Quanto mais zero melhor!

A nossa Seleção de futebol parece ter levado muito a sério a nova campanha da Coca-Cola, patrocinadora do time. A nova campanha publicitária teve início na última quinta-feira: "QUANTO MAIS ZERO MELHOR". Será que foi coincidência ou o fato de a Seleção não ter feito nenhum gol, inclusive nos pênaltis, faz parte do contrato com a patrocinadora?. 

sábado, 16 de julho de 2011

Deputado agredido por defender o Maranhão

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Durante discurso no plenário da Câmara, nesta segunda-feira (11), o Deputado Domingos Dutra (PT/MA) foi ofendido verbalmente e quase agredido fisicamente pelo suplente de Deputado Francisco Escórcio (PMDB/MA). A segurança agiu para proteger Domingos Dutra. Escórcio choramingava: “Sarney é meu papai. Se você xinga meu papai eu xingo a sua mãe”.

Escórcio se ofendeu após Domingos Dutra destacar o descaso na Segurança no Estado do Maranhão que possui 80 municípios sem delegados. Dutra disse que “a máquina de escrever é do século passado, onde o escrivão usa um dedo na tecla e o outro para puxar o papel com carbono emperrado”. Discorreu também sobre os delegados de polícia que lutam por 10% de reposição salarial correspondente há 2 anos sem nenhum tipo de reajuste. Pois, Roseana Sarney se recusa a negociar com os delegados que estão em greve há quase dois meses.

“Estamos batalhando pela PEC 300, mas a Governadora do Maranhão é contra que se estabeleça um piso nacional para os policiais militares”, proferiu o Deputado Domingos Dutra ao destacar que o único beneficiado com as greves dos delegados – que lutam por melhores salários e por melhores condições de trabalho – é o criminoso e quem perde é a população.

Em resposta ao agressor, Dutra rebateu: “Eu discuto com o dono da fazenda [Senador José Sarney]. Eu não estou aqui para conversar com jagunço nem com vaqueiro. Estou aqui para discutir com o dono da fazenda que, infelizmente, desgraçou o Maranhão”, concluiu.

No final do discurso, Escórcio saiu aos berros desenfreados, atrapalhando a sessão e ofendendo Domingos Dutra com palavras de baixo calão e desrespeitando a senhora Raimunda Dutra, de 94 anos de idade, mãe do Parlamentar.


Por Salis Chagas, assessor de imprensa de Domingos Dutra

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Final do circuito maranhense de vaquejada

Começa neste fim de semana a tradicional vaquejada do Parque Luana. A etapa de Vitorino encerrará o circuito estadual. Serão 65 mil em prêmios e contará com a animação das bandas Muleke Doido, Sacode e Forró Estourado, e mais a dupla sertaneja Jhonatan e Jardel.
  

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O poder da novidade

Está acontecendo em Vitorino mais um “super queimão” do Armazém Paraíba. Há uma ampla divulgação em carros de som. Aqui é assim! colocou na volante é sucesso na certa; seja festa de igreja, inauguração de ótica (que virou febre em Vitorino), aniversário do cachorro de algum político, e com o “super queimão” do Paraíba não foi diferente, mais uma vez está sendo um sucesso de vendas. Loja lotada, muita gente comprando e disputando a tapa os artigos a venda, etc. etc. enfim, o objetivo dos empresários está sendo alcançado, mas há um pequeno detalhe que é importante observar e que muitas vezes o consumidor não dá muita importância. Refiro-me ao preço que, disfarçado sob a chamativa denominação de PROMOÇÃO, continua o mesmo, caso o produto seja “bom” e esteja em voga no mundo da moda do momento pode ser até maior, mas quase nunca acontece, pois os produtos que aqui chegam são os que os consumidores de outras cidades já rejeitaram há muito tempo. Sandálias, tênis e sapatos com numeração mínima e sujos (ponta de estoque, rejeito); o mesmo se percebe na área de confecção: calças, camisas, blusas femininas, etc., de qualidade duvidosa e nem por isso a preços baixos. As palavras mágicas PROMOÇÃO e PRODUTO DE FORA (como se o comércio local só vendesse produtos produzidos aqui mesmo) leva muita gente a comprar o que não é tão urgente a preços iguais ou até maior que no comércio local, sem falar na qualidade duvidosa e quase sempre fora de moda (apesar de achar que a moda é muito subjetiva). Em cidades maiores esses produtos realmente sairiam a preços baixos de verdade. Acontece que os administradores do Paraíba tiveram uma boa sacada, perceberam que o que está mofando nas grandes lojas por falta de procura, pode ser novidade em cidades menores; apostam no evento, na divulgação e na “novidade” e as pessoas caem... shorts masculinos, desses de tecido simples, a 59 reais, calças jeans a 179 reais, tênis de marca desconhecida a duzentos e tantos reais... vai enganar outro, mas não eu! Se aproveitam da ingenuidade do consumidor vitorinense que paga sem reclamar pra ficar na moda do verão passado.